Vereadores debatem atendimento humanizado, moção de pesar e intolerância religiosa

Durante a 36ª Sessão Ordinária de 2026, realizada na tarde desta terça-feira (23), os vereadores da Câmara Municipal de Osasco aprovaram três moções. Duas das proposições foram discutidas de forma mais ampla pelos parlamentares osasquenses.

Proposta pelo vereador Batista Comunidade (Avante), a Moção de Aplauso nº 189/2026 homenageia a médica ginecologista, obstetra e mastologista Dra. Marina Tatei pelos 24 anos de dedicação ao cuidado humanizado da saúde da mulher na rede pública de Osasco.

“Há mais de duas décadas, a doutora Marina presta atendimento humanizado e demonstra imenso profissionalismo em seu trabalho na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim D’Ávila”, afirmou Batista, ao justificar a moção na tribuna.

“Essa moção é uma maneira de valorizar os excelentes profissionais que temos em nossa rede pública de saúde em Osasco”, acrescentou o parlamentar.

O presidente da Casa, Carmônio Bastos (Podemos), e o vereador Josias da Juco (PSD) também endossaram a proposição.

Pesar

A vereadora Elsa Oliveira (Podemos) propôs a Moção de Pesar nº 190/2026 pelo falecimento da Sra. Maria da Conceição Silva, ocorrido em 18 de junho.

“Dona Maria foi vendedora de cachorro-quente no calçadão de Osasco por 37 anos. Uma história de muito trabalho e dignidade”, afirmou Elsa.

“Muito honesta, determinada e perseverante, dona Maria deixou um legado de valores para os sete filhos, 14 netos e cinco bisnetos”, acrescentou a vereadora.

Outras moções aprovadas

  • Moção de Aplauso nº 191/2026 – Elânia Silva — À Sra. Bruna Maio, pela trajetória profissional na área da estética, marcada pela dedicação, inspiração e transformação na vida de muitas pessoas.

Oradores do Expediente

Durante a fase dos Oradores do Expediente, o vereador Emerson Osasco (PCdoB) usou a tribuna para comentar um caso de suposta intolerância religiosa envolvendo policiais militares na EMEI Antônio Bento, escola localizada na Zona Oeste da capital paulista.

“Um grupo de PMs invadiu a escola armado com fuzis, assustando educadores e crianças, para questionar uma atividade sobre religiões africanas. O pai de um aluno, também policial, arrancou os desenhos da parede da escola”, relatou o vereador.

Segundo o parlamentar do PCdoB, o episódio teve desdobramentos policiais e judiciais. “Após a denúncia dos professores, o delegado instaurou inquérito policial e, agora, após o Ministério Público acatar a denúncia, o caso está nas mãos do Judiciário”, afirmou.

Lista de projetos aprovados em 2026

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